Sim, meus caríssimos leitores, tem que ser muito forte pra suportar. Não vou dizer que não aguento mais, porque seria um baita exagero, considerando que apesar de tudo continuo aqui digitando isso.
Mas a cada dia que se passa tenho certeza que estou passando por uma prova de resistência. Com certeza. dizem que Deus só nos dá a cruz que a gente pode carregar. Então eu devo ter costas bem resistentes, mesmo sendo uma pessoa que não faz nenhuma atividade física que não seja ficar horas em frente ao PC ou lendo na minha casa.
O caso é que, como estou cansada de falar, já reeditei o Missão na Terra - romance em que estou trabalhando há quase um ano - tipo, trocentas vezes. Tá, sinceramente, eu acho que já reeditei umas oito vezes. Umas 100 páginas. Em fonte Arial Narrow 10. Com espaçamento 1,0. E margens 1,5 x 1,5.
Percebeu que é coisa pra caramba, né?
Pois deixe-me explicar tudo o que já passei pelo Missão na Terra. A princípio comecei a todo vapor. Mas eu estudo numa instituição federal de ensino, o Colégio Pedro II. Eu pego quatro ônibus por dia. Engarrafamento horrendo numa das mais complicadas avenidas de Niterói, a Alameda São Boaventura, em pé num ônibus lotado com uma mochila de seis quilos nas costas. Em plena hora do rush.
Tenho trabalhos horrendos e provas assassinas. É natural que eu fique cansada.
Nisso, quando depois de muito esforço, já estou lá pela página 60, um vírus do mal atinge meu computador. E eu perco tudo. Isso mesmo, tudinho. Porque, criatura burra que eu sou, não salvei num pen drive.
A sorte é que eu tinha mandado ele por e-mail pra Isa e ficou salvo. Mas pra Isa eu só tinha mandado as primeiras 30 páginas. Metade do trabalho foi perdido.
Continuei com muito esforço a escrevê-lo. E dessa vez, a salvar no meu MP4. eu sempre mandava uma cópiazinha do meu e-mail do yahoo para o do hotmail de vez em quando. E a salvar uma cópia no computador. Nisso fui até a página 84.
Daí em diante, fiz umas cinco revisões. Pra mim nunca tava bom o suficiente. E todas as revisões eu estava salvando no MP4 direto. Depois da última revisão, continuei escrevendo até a página 130. Mais umas quinze páginas e eu acabava a história. Mas aí, num dia com pressa, saí do PC sem selecionar "Remover hardware com segurança". E perdi tudo. Absolutamente TUDO!!!!!!
Custei a criar coragem pra pegar de novo no livro. Tanto trabalho jogado fora. Agora nas férias fui lá, como promessa de 2010. Como contei a vocês em outro post, reeditei tudo pela última vez. E anteontem, escrevi mais seis páginas, um capítulo que eu, particularmente, amei. Redividi os capítulos. Fiz um símbolo de estrelinha rosa no começo de cada capítulo.
Como eu não suporto mais olhar na cara do meu MP4, salvei uma cópia no PC. Mandei uma cópia do meu yahoo para o meu hotmail. E outra do meu hotmail para o meu yahho. Pensei: "agora tá salvo"
E há meia hora, quando eu fui abrir meu livrinho para escrever mais, ele estava como antes, com as 84 páginas. Sabe a revisão toda? Sabe o capítulo fofo? Sabe as estrelinhas rosas e a redistribuição de capítulos? Sumiu. sumiu mesmo.
EU NÃO SEI COMO.
Pelo amor de Deus, se eu mandei por e-mail, devia estar do jeito que eu mandei, certo?
Fui abrir o que eu mandei do hotmail. Fui abrir o que eu mandei do yahoo. E tudo o que eu havia feito sumiu. E EU ME LEMBRO NITIDAMENTE DE SALVAR.
Eu nunca acreditei em diabo nem inferno. Mas a coisa tá sinistra. Nessas horas dá uma vontadezinha bem louca de desistir de tudo, entende? De pegar essa droga desse computador e jogar pela janela.(obs.: eu moro no quinto andar, seria perca total).
E por isso, ao invés de reeditar tudo, eu vim simplesmente postar aqui. Porque se eu falar pra alguém, ninguém vai acreditar. quero dizer, que louco acreditaria em algo tão SOBRENATURAL?
E para piorar, eu o Minha Fazenda do orkut não abre desde o dia 29 de dezembro. E eu, que estava mais avançada em relação aos meus vizinhos, com certeza perdi meu posto. E encontro a minha Colheita Feliz toda desfalcada porque vivem me roubando. E eu não roubo ninguém, poxa!!! e eu senti meu short jeans mais apertado hoje (eu não posso ter engordado, meu manequim já é 42 =/)!!!!
Deus, minhas costas não são de aço!!!!!!! A cruz tá pesada, Pai. Prova disso, é que as minhas costas estão doendo agora. tá, talvez seja porque eu tô há duas horas no computador. Mas tanto faz.
Vou tomar um chá de hortelã com bastante adoçante. Preciso me acalmar.
P.S.: será que é um sinal divino pra eu não escrever esse livro? Meu Deus, me mande um sinal!!!
(vai ver ele já tá mandando, eu que naum percebi)
7 de janeiro de 2010
O Futuro da humanidade - Augusto Cury
Heaven people (será que é assim que se diz gente do céu em inglês?),
Como eu saio lendo um bilhão de resenhas de livros e filmes pelos blogs da vida, tô tentando fazer umas resenhas aqui. É óbvio que eu não sou muito boa nisso, mas... vamos a tentativa, ok? Afinal, formalidade e Luma simplesmente não combina.
O Futuro da Humanidade - Augusto Cury
Finalmente decidi ler um livro do "queridinho da hora", como eu li uma menina falando num outro blog. Claro que o cara ser psiquiatra e escritor - tipo, o que eu quero ser - ajudou muito na minha escolha.
Eu estava na livraria lendo um bilhão de sinopses pra decidir qual livro que eu ia trocar pelo vale-presente que eu tinha ganhado de aniversário. Pão dura que sou, claro que eu trocaria o vale de 40,00 por dois livros. Mesmo que a minha vontade de comprar "Desculpe se te chamo amor" fosse gritante. Mas "Desculpe se te chamo amor" estava 39,90. Óbvio procurei livros mais baratos, com o objetivo de levar dois.
E foi nessa que eu vi os livrinhos do Augusto Cury. E como eu odeio ficar por fora dos assuntos, fui lá escolher um. Ia até comprar "O vendedor de sonhos", mas aí eu lembrei que Carol tinha, e era melhor eu pedir emprestado a ela e comprar algum que ninguém mais tinha.
E logo acima do título de "O Futuro da Humanidade", estava escrito O primeiro romance de O Vendedor de Sonhos.
Eu, que gosto de começar tudo pelo começo - tipo, ler primeiro o primeiro livro do cara - , peguei esse e decidi por levá-lo. E posso afirmar agora: é muito bom.
A história começa quando Marco Polo, um jovem estudante de medicina que sonha em ser psiquiatra - sentiu a semelhança entre ele e eu?kkk - começa a se perguntar sobre questões mais humanas. Por exemplo, por que em uma sala de aula de anatomia, os alunos não têm o direito de saber de quem eram aqueles corpos que examinam?
Marco Polo é um jovem questionador que critica tudo - é, que nem a Luminha aqui, rs. Em sua busca por um mundo melhor, ele conhece Falcão, um mendigo filósofo.
Eu, como odeio filosofia, não suportei essa parte. Confesso que quando Marco Polo e Falcão ficavam discutindo filosofia, eu largava o livro e pegava um chick-lit de Meg Cabot pra levantar o astral.
Mas depois de umas primeiras 100 páginas que eu achei muito chatas e levei quase um mês pra encarar, o livro ganha 150 páginas extraordinárias.
Eu amei mesmo. Até porque fala muito sobre psiquiatria, psicologia, neurociência... Ai, ai.
Bem, de qualquer forma é um livro muito bom de se ler, sem dúvida.
Como eu saio lendo um bilhão de resenhas de livros e filmes pelos blogs da vida, tô tentando fazer umas resenhas aqui. É óbvio que eu não sou muito boa nisso, mas... vamos a tentativa, ok? Afinal, formalidade e Luma simplesmente não combina.
O Futuro da Humanidade - Augusto Cury
Finalmente decidi ler um livro do "queridinho da hora", como eu li uma menina falando num outro blog. Claro que o cara ser psiquiatra e escritor - tipo, o que eu quero ser - ajudou muito na minha escolha.
Eu estava na livraria lendo um bilhão de sinopses pra decidir qual livro que eu ia trocar pelo vale-presente que eu tinha ganhado de aniversário. Pão dura que sou, claro que eu trocaria o vale de 40,00 por dois livros. Mesmo que a minha vontade de comprar "Desculpe se te chamo amor" fosse gritante. Mas "Desculpe se te chamo amor" estava 39,90. Óbvio procurei livros mais baratos, com o objetivo de levar dois.
E foi nessa que eu vi os livrinhos do Augusto Cury. E como eu odeio ficar por fora dos assuntos, fui lá escolher um. Ia até comprar "O vendedor de sonhos", mas aí eu lembrei que Carol tinha, e era melhor eu pedir emprestado a ela e comprar algum que ninguém mais tinha.
E logo acima do título de "O Futuro da Humanidade", estava escrito O primeiro romance de O Vendedor de Sonhos.
Eu, que gosto de começar tudo pelo começo - tipo, ler primeiro o primeiro livro do cara - , peguei esse e decidi por levá-lo. E posso afirmar agora: é muito bom.
A história começa quando Marco Polo, um jovem estudante de medicina que sonha em ser psiquiatra - sentiu a semelhança entre ele e eu?kkk - começa a se perguntar sobre questões mais humanas. Por exemplo, por que em uma sala de aula de anatomia, os alunos não têm o direito de saber de quem eram aqueles corpos que examinam?
Marco Polo é um jovem questionador que critica tudo - é, que nem a Luminha aqui, rs. Em sua busca por um mundo melhor, ele conhece Falcão, um mendigo filósofo.
Eu, como odeio filosofia, não suportei essa parte. Confesso que quando Marco Polo e Falcão ficavam discutindo filosofia, eu largava o livro e pegava um chick-lit de Meg Cabot pra levantar o astral.
Mas depois de umas primeiras 100 páginas que eu achei muito chatas e levei quase um mês pra encarar, o livro ganha 150 páginas extraordinárias.
Eu amei mesmo. Até porque fala muito sobre psiquiatria, psicologia, neurociência... Ai, ai.
Bem, de qualquer forma é um livro muito bom de se ler, sem dúvida.
5 de janeiro de 2010
Diário de Patrícia - I
Gente, comecei a escrever o meu conto de janeiro, O Diário de Patrícia.
Patrícia é meio doidinha, que nem eu. fala uns 500 "tipos" por dia. Mas ela também é legal. Acho que dá pra gostar dela.
Aí vai a primeira parte:
Patrícia é meio doidinha, que nem eu. fala uns 500 "tipos" por dia. Mas ela também é legal. Acho que dá pra gostar dela.
Aí vai a primeira parte:
“Diário de Patrícia Gomes de Souza, nascida em Maricá-RJ”
Segunda feira, 20 de abril.
É, acho que tá bom pra identificação do meu diário. Porque, tipo assim, deve existir zilhões de Patrícias Gomes de Souza. Mas aqui em Maricá e tendo 15 anos eu acho que só tem eu. Eu acho.
Antes de tudo, quero esclarecer a minha vontade repentina de escrever um diário. Não é porque eu li O Diário da Princesa semana passada. Eu nem tava a fim de ler. Cecília que ficou me chateando: “Lê, lê, lê logo.” Bem, a Cecília é, tipo, a minha amiga da escola. Acho que a gente tem potencial de ser melhor amiga um dia. Mas o lance é que, tipo, a gente só se conhece há pouco mais de um mês então não dá pra avaliar direito. Pelo menos eu acho.
O que me leva a escrever aqui é que Cecília está me chateando pra ler O Diário de Anne Frank. Eu fico pensando por que as pessoas adoram publicar livros de diários. Porque eu não sei se a Anne Frank ia gostar muito que publicassem o diário dela. Mas foi só ela morrer que fizeram isso. Cecília me disse que assim que ela terminar de ler O Diário de Anne Frank vai me emprestar. Eu estou achando que alguém precisa dar um toque nela. Não é porque ela lê pra caramba que todo mundo é assim. Eu, por exemplo, prefiro pegar um filme na locadora e devorar uma pipoca de microondas. Quando Cecília vai entender que ver um filme com pipoca de microondas é melhor que ler um livro? Fala sério.
Bem, mas como eu ainda não esclareci, vou esclarecer agora. É que eu quero ser famosa um dia. E como eu não nasci pra cantar, não posso ser modelo – eu sou baixinha –, e não tenho nenhum talento especial, eu posso escrever um diário. Quero dizer, se alienígenas invadirem a terra e me matarem, eles vão poder achar meu diário e ele vai ser um sucesso literário. Que nem O Diário de Anne Frank. E aí eu vou ser famosa. Pena que eu já vou estar morta. Mas tudo bem.
Ai, droga, Cris já tá me chamando. Peraí que eu já volto.
Pronto, voltei. Cris queria perguntar que tipo de pizza eu queria pedir. Na boa, a minha madrasta não é normal. Onde já se viu pedir uma pizza em plena segunda-feira? Uma pessoa normal pediria na sexta, no sábado ou no domingo. Também, que pessoa normal casaria com o meu pai? Só uma doida feito a Cris mesmo. Ou a mamãe.
Mas mamãe era realmente, realmente meio maluquinha. Ela me dizia que o maior objetivo que alguém pode ter na vida é ser famosa. Mamãe queria ser igual a Madonna. Pobre mamãe. O mais famosa que ela conseguiu ser foi quando conseguiu ser presidente do grêmio estudantil no segundo grau. Não que ela tivesse espírito de liderança. Era porque ela queria chamar a atenção do tio Mauro, irmão de papai, que estudava com ela. E até que mamãe se saiu bem. Porque ela ficou amiga de tio Mauro e antes que ela conseguisse ficar com ele, ela conheceu papai, que é irmão mais velho de tio Mauro, e se apaixonou por ele. E casou com ele. Detalhe: minha mãe só tinha dezessete anos.
Depois que mamãe morreu, eu fiquei pensando onde papai ia arrumar outra pessoa doida o suficiente pra ficar com ele. E ele conheceu Cris. Adivinha como? Cris era amiga de tio Mauro. Sim, meu caro, qualquer semelhança não é mera coincidência. Porque só o tio Mauro pra conhecer tanta gente doida. Bem, pra você ter idéia, Cris é formada em publicidade e recursos humanos mas dá aulas de música. Como eu disse, Cris não é normal. Porque você fazer duas faculdades e não usá-las pra nada definitivamente não é coisa de gente normal.
Quero dizer, olhe papai. Depois de se formar em administração e trabalhar numa grande empresa por quase dez anos, ele pede demissão e compra um táxi. Porque ele não agüenta mais receber ordens de um patrão chato.
Como eu posso ter saído normal filha de um pai desses e de uma mãe doida? E ainda, pra completar, papai casa de novo com outra mulher tão doida – ou mais – que mamãe.
Agora mais um doido ou doida tá vindo por aí. É que Cris tá grávida. Deus queira que essa criança venha normal, tipo, eu.
Ótimo, fiquei tanto me explicando que nem contei meu dia. Mas eu to muito cansada, acabei de chegar em casa. Amanhã eu conto sobre o meu dia, porque, tipo assim, um dia a mais e outro a menos não faz muita diferença. Pelo menos eu acho.
4 de janeiro de 2010
Estou no caminho certo, sinto isso!!
Bem, como o meu emprego de verão está sendo ser blogueira, um serviço completamente sem remuneração, mas bastante divertido, uma força maior - talvez espíritos, talvez minha mente ou um ET que se apossou do meu ser, vai saber - fez com que eu postasse aqui hoje. De novo.
Mas o que mais me faz feliz em postar aqui hoje é que estou conseguindo cumprir algumas metas de 2010, pelo menos eu acho. Terminar de revisar, e pela última vez - prometo! - o que já escrevi até agora em Missão da Terra, meu livrinho do coração. É muito emocionante para mim vê-lo se desenvolvendo.
Ele surgiu de uma idéia maluca que tive enquanto andava de ônibus pelas ruas da cidade, a caminho da escola, mais precisamente às 05:50 da manhã, e foi crescendo.
Sim, me sinto como uma mãe e seu filhinho.
Para quem não sabe, a história é sobre a Lívia - uma menina neurótica de 17 anos como eu, kkk -, filha de uma conselheira pedagógica e um professor de matemática. Lívia também é a filha do meio. Sua irmã mais velha, Gabriela, de 18,é sua melhor amiga - é, livro é ficcção, óbvio - e sonha em ser jornalista. E sua irmã mais nova, Patrícia, tem 10. Patrícia é aquele tipo de garotinha super esperta que a gente nunca sabe o que está pensando, o que vive encucando a Lívia.
Lívia é perdidamente louca, desde tipo, SEMPRE, pelo seu melhor amigo, loiro, lindo, carinhoso, inteligente e meio maluco e misterioso de vez em quando também, o Téo.
Bem, Lívia e Téo são tipo uns gêmeos siameses. Desde pequenos, vivem grudados.
A história se passa na cidade que eu mais amo no mundo. Sim meus caros, a belíssima Niterói. Onde eu nasci, estudo e não moro = (
Na história, acontece de tudo. Brigas, confusões, tragédias, muita gente neurótica, situações engraçadas. Tem horas, que eu acho que qualquer um vai se identificar com a Lívia e as confusões em que ela se mete.
Porque mesmo sendo louca pelo Téo, a Lívia sonha em casar com um príncipe europeu e ser a nova Princesa Diana.
Louca ela, não??
Por isso o "Missão na terra " é o meu xodó. Assim que acabar de escrever nele vou postar o primeiro capítulo aqui. Mas só o primeiro, porque senão, como que eu vou vender ele após ser publicado?
(Isso, vai sonhando Luma..)
kkkkkk, de qualquer forma, mil beijos = *********( x milhões)
P.S.: Gente, hoje eu não tomei Coca-Cola. tomei um refrigereco - lembram da antiga propaganda da Coca? rs - , o Flexa, que é produzido na minha cidade e veio junto com pizza que papai pediu ontem à noite.
Viu? Tô chegando nas metas. Ah, e me inscrevi num concurso público. É, meus caros, promessa de Luma SEMPRE é cumprida! Há!
Mas o que mais me faz feliz em postar aqui hoje é que estou conseguindo cumprir algumas metas de 2010, pelo menos eu acho. Terminar de revisar, e pela última vez - prometo! - o que já escrevi até agora em Missão da Terra, meu livrinho do coração. É muito emocionante para mim vê-lo se desenvolvendo.
Ele surgiu de uma idéia maluca que tive enquanto andava de ônibus pelas ruas da cidade, a caminho da escola, mais precisamente às 05:50 da manhã, e foi crescendo.
Sim, me sinto como uma mãe e seu filhinho.
Para quem não sabe, a história é sobre a Lívia - uma menina neurótica de 17 anos como eu, kkk -, filha de uma conselheira pedagógica e um professor de matemática. Lívia também é a filha do meio. Sua irmã mais velha, Gabriela, de 18,é sua melhor amiga - é, livro é ficcção, óbvio - e sonha em ser jornalista. E sua irmã mais nova, Patrícia, tem 10. Patrícia é aquele tipo de garotinha super esperta que a gente nunca sabe o que está pensando, o que vive encucando a Lívia.
Lívia é perdidamente louca, desde tipo, SEMPRE, pelo seu melhor amigo, loiro, lindo, carinhoso, inteligente e meio maluco e misterioso de vez em quando também, o Téo.
Bem, Lívia e Téo são tipo uns gêmeos siameses. Desde pequenos, vivem grudados.
A história se passa na cidade que eu mais amo no mundo. Sim meus caros, a belíssima Niterói. Onde eu nasci, estudo e não moro = (
Na história, acontece de tudo. Brigas, confusões, tragédias, muita gente neurótica, situações engraçadas. Tem horas, que eu acho que qualquer um vai se identificar com a Lívia e as confusões em que ela se mete.
Porque mesmo sendo louca pelo Téo, a Lívia sonha em casar com um príncipe europeu e ser a nova Princesa Diana.
Louca ela, não??
Por isso o "Missão na terra " é o meu xodó. Assim que acabar de escrever nele vou postar o primeiro capítulo aqui. Mas só o primeiro, porque senão, como que eu vou vender ele após ser publicado?
(Isso, vai sonhando Luma..)
kkkkkk, de qualquer forma, mil beijos = *********( x milhões)
P.S.: Gente, hoje eu não tomei Coca-Cola. tomei um refrigereco - lembram da antiga propaganda da Coca? rs - , o Flexa, que é produzido na minha cidade e veio junto com pizza que papai pediu ontem à noite.
Viu? Tô chegando nas metas. Ah, e me inscrevi num concurso público. É, meus caros, promessa de Luma SEMPRE é cumprida! Há!
3 de janeiro de 2010
Confissões
Vamos lá, acho que eu preciso confessar meus pecados de início de ano.
O primeiro deles é: eu bebi Coca-cola ontem. Quero dizer, tipo, uns quatro copos de Coca ao longo do dia. Mas eu acho que não é tão sério, porque eu tava num churrasco e lá só tinha Coca-cola e Guaraná Antarctica. É, era pra eu ter bebido guaraná, porque aí eu poderia gerar mais empregos na Amazônia, que faz parte do meu país. Talvez um carinha que colhe guaraná lá no Acre, tava precisando de dinheiro pra sustentar seus nove filhos e eu não ajudei ele porque bebi Coca. Tô me sentindo um monstro depois de analisar isso.
Não escrevi nada no Missão na Terra esse ano ainda. Acho que terminando de postar aqui e de visitar uns 500 blogs eu vou lá. Afinal, a história já tá pronta e eu já passei da metade. É só terminar de revisar o que já escrevi(e espero que pela última vez), e escrever mais umas 40 páginas.
Estava pensando em idéias para a formatura. Como já tem a Colação de Grau e tudo mais, talvez a gente nem precise da Formatura em si. Será que tem como a gente deixar a Colação de Grau mais chique um pouco? Aí o dinheiro da Formatura vai pra viagem. Ontem falei com algumas meninas da escola e tivemos muita idéia boa pra arrecadar fundos. Afinal, em 2010, nós que vamos tomar conta de todos os eventos da escola. E a viagem, pensei em algum lugar mais perto. Acho muito chato se no fim das contas a gente for pra Porto Seguro. Todo mundo vai pra lá! E eu com essa minha mania de ser diferente não acho muito interessante. Acho que se a gente viajar pra um lugar mais perto é melhor, porque sai mais barato, mais gente vai poder ir, e quem sabe, a gente faz uma viagem que dura mais. Nisso, veio a idéia de Guarapari, no Espírito Santo( não adianta, agora não lembro quem lembrou de lá, só sei que não fui eu). Legal.
Tipo, quem fala do Espírito Santo? Nem no telejornal eles falam. Parece um lugar esquecido. Até a Ilha de Marajó - que é uma ilha - tem mais atenção.Meu, acho que o Espírito Santo nem sotaque tem!
Claro, que deve ter, mas a mídia não divulga pra gente. Sacanagem isso.
Acho que vai ser muito mais legal e diferente passar a viagem de formatura no Espírito Santo que na Bahia.
Agora eu estou aqui pra pedir desculpas mesmo. Eu não queria escrever isso aqui no blog, porque qualquer ser humano da Terra pode ver isso, mas como o problema é entre eu e todo o estado do Rio, eu acho que preciso pedir desculpas formais.
E deixar bem claro que eu não acredito em superstições. Não uso roupa branca no Ano Novo, e nem me importo de passar por baixo de uma escada.
Eu já tava há mais ou menos uns dois meses, precisando dar uma arrumação no meu quarto. É óbvio que considerando que eu divido meu lindo quartinho com meu irmão, ele deveria me ajudar. Mas ele é um preguiçoso e vivemos num mundo machista em relação a quem arruma o quarto.
Limpei todos os cantos - até atrás do guarda-roupa - mudei os móveis de lugar, ajeitei as cortinas cor-de-rosa(se meu irmão não quer me ajudar, dane-se, eu ponho cortinas cor-de-rosa), reorganizei todos os livros. Montei e desmontei o PC.
Mamãe chegou do trabalho e quase teve um ataque.Ela virou e disse pra mim: "Luma, arrumando o quarto? Vai chover!" Acho que é porque eu não fazia isso desde, tipo assim, NUNCA! Não pense que eu sou desorganizada. É só que a minha mãe parece que tem TOC. Meu quarto é até um tanto organizado. Tá sempre varrido, sem poeira nos móveis, com a cama arrumada. Só a mesinha do computador que está sempre cheia de livros, estojo, cardeninhos, etc.
Lá pras seis horas da tarde começou a relampejar e ter um monte de trovões. E veio uma chuva torrencial. Mesmo fechando todas as janelas do apartamento, ainda entrava água, pelos espacinhos entre a parede e a janela. (não pense que moro num fim de mundo - mas é que tava chuvendo muito mesmo). À noite, a chuva foi parando. Isso foi no dia 29 de dezembro.
No dia 30, eu acordei e mantive meu quarto organizado. E à noite, choveu de novo. Dessa vez, mais fraco, só que por mais tempo. É claro que eu não caí na pilha da minha mãe, achava que isso era normal, porque estamos no verão e aqui tá fazendo um calor surreal.
No dia 31 de manhã eu ligo a tv e vejo as notícias. Gente, o lance foi sério.
Na baixada fluminense - tá, isso é meio longe daqui - um monte de gente ficou desabrigada. Gente morreu. Isso é MUITO sério.
Depois eu soube, no telefone com Isa, que até Niterói - a cidade mais perfeita e que eu mais amo no mundo(se não fosse o calor de verão), a MINHA CIDADE - foi atingida. Deslizamentos - o google chrome tá dizendo que essa palavra tá errada, com essa ondinha vermelha embaixo, mas dane-se porque vai ficar assim mesmo - de terra, acabaram com a casa da prima dela. O menos pior é que todo mundo tá bem, graças a Deus!
Claro que eu fiquei nervosa. E mais desesperada ainda quando no dia 1º de janeiro, acordo e fico sabendo do que aconteceu em Angra dos Reis.
Na terça, dia 29, enquanto arrumava meu quarto, eu tava pensando: "Se eu tivesse grana agora tava numa daquelas ilhas de Angra e não arrumando meu quarto."
Óbvio que eu fiquei chocada. Eu continuo não acreditando em superstições mas eu ter arrumado a casa e depois ver o que aconteceu com aquelas pessoas me traz um sentimento meio estranho. Não estou me sentindo culpada nem nada (eu sou um monstro, né?), mas muito triste. Sei lá, só sei dizer que é estranho.
De qualquer forma, estou aqui há umas meia-hora, tempo que eu já teria escrito muita coisa no Missão na Terra. E claro, que eu poderia começar a escrever o conto de alguns capítulos que quero postar aqui em janeiro. E que eu poderia estudar pro vestibular.
Beijos, pessoinhas!!!
= ***
O primeiro deles é: eu bebi Coca-cola ontem. Quero dizer, tipo, uns quatro copos de Coca ao longo do dia. Mas eu acho que não é tão sério, porque eu tava num churrasco e lá só tinha Coca-cola e Guaraná Antarctica. É, era pra eu ter bebido guaraná, porque aí eu poderia gerar mais empregos na Amazônia, que faz parte do meu país. Talvez um carinha que colhe guaraná lá no Acre, tava precisando de dinheiro pra sustentar seus nove filhos e eu não ajudei ele porque bebi Coca. Tô me sentindo um monstro depois de analisar isso.
Não escrevi nada no Missão na Terra esse ano ainda. Acho que terminando de postar aqui e de visitar uns 500 blogs eu vou lá. Afinal, a história já tá pronta e eu já passei da metade. É só terminar de revisar o que já escrevi(e espero que pela última vez), e escrever mais umas 40 páginas.
Estava pensando em idéias para a formatura. Como já tem a Colação de Grau e tudo mais, talvez a gente nem precise da Formatura em si. Será que tem como a gente deixar a Colação de Grau mais chique um pouco? Aí o dinheiro da Formatura vai pra viagem. Ontem falei com algumas meninas da escola e tivemos muita idéia boa pra arrecadar fundos. Afinal, em 2010, nós que vamos tomar conta de todos os eventos da escola. E a viagem, pensei em algum lugar mais perto. Acho muito chato se no fim das contas a gente for pra Porto Seguro. Todo mundo vai pra lá! E eu com essa minha mania de ser diferente não acho muito interessante. Acho que se a gente viajar pra um lugar mais perto é melhor, porque sai mais barato, mais gente vai poder ir, e quem sabe, a gente faz uma viagem que dura mais. Nisso, veio a idéia de Guarapari, no Espírito Santo( não adianta, agora não lembro quem lembrou de lá, só sei que não fui eu). Legal.
Tipo, quem fala do Espírito Santo? Nem no telejornal eles falam. Parece um lugar esquecido. Até a Ilha de Marajó - que é uma ilha - tem mais atenção.Meu, acho que o Espírito Santo nem sotaque tem!
Claro, que deve ter, mas a mídia não divulga pra gente. Sacanagem isso.
Acho que vai ser muito mais legal e diferente passar a viagem de formatura no Espírito Santo que na Bahia.
Agora eu estou aqui pra pedir desculpas mesmo. Eu não queria escrever isso aqui no blog, porque qualquer ser humano da Terra pode ver isso, mas como o problema é entre eu e todo o estado do Rio, eu acho que preciso pedir desculpas formais.
E deixar bem claro que eu não acredito em superstições. Não uso roupa branca no Ano Novo, e nem me importo de passar por baixo de uma escada.
Eu já tava há mais ou menos uns dois meses, precisando dar uma arrumação no meu quarto. É óbvio que considerando que eu divido meu lindo quartinho com meu irmão, ele deveria me ajudar. Mas ele é um preguiçoso e vivemos num mundo machista em relação a quem arruma o quarto.
Limpei todos os cantos - até atrás do guarda-roupa - mudei os móveis de lugar, ajeitei as cortinas cor-de-rosa(se meu irmão não quer me ajudar, dane-se, eu ponho cortinas cor-de-rosa), reorganizei todos os livros. Montei e desmontei o PC.
Mamãe chegou do trabalho e quase teve um ataque.Ela virou e disse pra mim: "Luma, arrumando o quarto? Vai chover!" Acho que é porque eu não fazia isso desde, tipo assim, NUNCA! Não pense que eu sou desorganizada. É só que a minha mãe parece que tem TOC. Meu quarto é até um tanto organizado. Tá sempre varrido, sem poeira nos móveis, com a cama arrumada. Só a mesinha do computador que está sempre cheia de livros, estojo, cardeninhos, etc.
Lá pras seis horas da tarde começou a relampejar e ter um monte de trovões. E veio uma chuva torrencial. Mesmo fechando todas as janelas do apartamento, ainda entrava água, pelos espacinhos entre a parede e a janela. (não pense que moro num fim de mundo - mas é que tava chuvendo muito mesmo). À noite, a chuva foi parando. Isso foi no dia 29 de dezembro.
No dia 30, eu acordei e mantive meu quarto organizado. E à noite, choveu de novo. Dessa vez, mais fraco, só que por mais tempo. É claro que eu não caí na pilha da minha mãe, achava que isso era normal, porque estamos no verão e aqui tá fazendo um calor surreal.
No dia 31 de manhã eu ligo a tv e vejo as notícias. Gente, o lance foi sério.
Na baixada fluminense - tá, isso é meio longe daqui - um monte de gente ficou desabrigada. Gente morreu. Isso é MUITO sério.
Depois eu soube, no telefone com Isa, que até Niterói - a cidade mais perfeita e que eu mais amo no mundo(se não fosse o calor de verão), a MINHA CIDADE - foi atingida. Deslizamentos - o google chrome tá dizendo que essa palavra tá errada, com essa ondinha vermelha embaixo, mas dane-se porque vai ficar assim mesmo - de terra, acabaram com a casa da prima dela. O menos pior é que todo mundo tá bem, graças a Deus!
Claro que eu fiquei nervosa. E mais desesperada ainda quando no dia 1º de janeiro, acordo e fico sabendo do que aconteceu em Angra dos Reis.
Na terça, dia 29, enquanto arrumava meu quarto, eu tava pensando: "Se eu tivesse grana agora tava numa daquelas ilhas de Angra e não arrumando meu quarto."
Óbvio que eu fiquei chocada. Eu continuo não acreditando em superstições mas eu ter arrumado a casa e depois ver o que aconteceu com aquelas pessoas me traz um sentimento meio estranho. Não estou me sentindo culpada nem nada (eu sou um monstro, né?), mas muito triste. Sei lá, só sei dizer que é estranho.
De qualquer forma, estou aqui há umas meia-hora, tempo que eu já teria escrito muita coisa no Missão na Terra. E claro, que eu poderia começar a escrever o conto de alguns capítulos que quero postar aqui em janeiro. E que eu poderia estudar pro vestibular.
Beijos, pessoinhas!!!
= ***
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7 de janeiro de 2010
Indignação
Sim, meus caríssimos leitores, tem que ser muito forte pra suportar. Não vou dizer que não aguento mais, porque seria um baita exagero, considerando que apesar de tudo continuo aqui digitando isso.
Mas a cada dia que se passa tenho certeza que estou passando por uma prova de resistência. Com certeza. dizem que Deus só nos dá a cruz que a gente pode carregar. Então eu devo ter costas bem resistentes, mesmo sendo uma pessoa que não faz nenhuma atividade física que não seja ficar horas em frente ao PC ou lendo na minha casa.
O caso é que, como estou cansada de falar, já reeditei o Missão na Terra - romance em que estou trabalhando há quase um ano - tipo, trocentas vezes. Tá, sinceramente, eu acho que já reeditei umas oito vezes. Umas 100 páginas. Em fonte Arial Narrow 10. Com espaçamento 1,0. E margens 1,5 x 1,5.
Percebeu que é coisa pra caramba, né?
Pois deixe-me explicar tudo o que já passei pelo Missão na Terra. A princípio comecei a todo vapor. Mas eu estudo numa instituição federal de ensino, o Colégio Pedro II. Eu pego quatro ônibus por dia. Engarrafamento horrendo numa das mais complicadas avenidas de Niterói, a Alameda São Boaventura, em pé num ônibus lotado com uma mochila de seis quilos nas costas. Em plena hora do rush.
Tenho trabalhos horrendos e provas assassinas. É natural que eu fique cansada.
Nisso, quando depois de muito esforço, já estou lá pela página 60, um vírus do mal atinge meu computador. E eu perco tudo. Isso mesmo, tudinho. Porque, criatura burra que eu sou, não salvei num pen drive.
A sorte é que eu tinha mandado ele por e-mail pra Isa e ficou salvo. Mas pra Isa eu só tinha mandado as primeiras 30 páginas. Metade do trabalho foi perdido.
Continuei com muito esforço a escrevê-lo. E dessa vez, a salvar no meu MP4. eu sempre mandava uma cópiazinha do meu e-mail do yahoo para o do hotmail de vez em quando. E a salvar uma cópia no computador. Nisso fui até a página 84.
Daí em diante, fiz umas cinco revisões. Pra mim nunca tava bom o suficiente. E todas as revisões eu estava salvando no MP4 direto. Depois da última revisão, continuei escrevendo até a página 130. Mais umas quinze páginas e eu acabava a história. Mas aí, num dia com pressa, saí do PC sem selecionar "Remover hardware com segurança". E perdi tudo. Absolutamente TUDO!!!!!!
Custei a criar coragem pra pegar de novo no livro. Tanto trabalho jogado fora. Agora nas férias fui lá, como promessa de 2010. Como contei a vocês em outro post, reeditei tudo pela última vez. E anteontem, escrevi mais seis páginas, um capítulo que eu, particularmente, amei. Redividi os capítulos. Fiz um símbolo de estrelinha rosa no começo de cada capítulo.
Como eu não suporto mais olhar na cara do meu MP4, salvei uma cópia no PC. Mandei uma cópia do meu yahoo para o meu hotmail. E outra do meu hotmail para o meu yahho. Pensei: "agora tá salvo"
E há meia hora, quando eu fui abrir meu livrinho para escrever mais, ele estava como antes, com as 84 páginas. Sabe a revisão toda? Sabe o capítulo fofo? Sabe as estrelinhas rosas e a redistribuição de capítulos? Sumiu. sumiu mesmo.
EU NÃO SEI COMO.
Pelo amor de Deus, se eu mandei por e-mail, devia estar do jeito que eu mandei, certo?
Fui abrir o que eu mandei do hotmail. Fui abrir o que eu mandei do yahoo. E tudo o que eu havia feito sumiu. E EU ME LEMBRO NITIDAMENTE DE SALVAR.
Eu nunca acreditei em diabo nem inferno. Mas a coisa tá sinistra. Nessas horas dá uma vontadezinha bem louca de desistir de tudo, entende? De pegar essa droga desse computador e jogar pela janela.(obs.: eu moro no quinto andar, seria perca total).
E por isso, ao invés de reeditar tudo, eu vim simplesmente postar aqui. Porque se eu falar pra alguém, ninguém vai acreditar. quero dizer, que louco acreditaria em algo tão SOBRENATURAL?
E para piorar, eu o Minha Fazenda do orkut não abre desde o dia 29 de dezembro. E eu, que estava mais avançada em relação aos meus vizinhos, com certeza perdi meu posto. E encontro a minha Colheita Feliz toda desfalcada porque vivem me roubando. E eu não roubo ninguém, poxa!!! e eu senti meu short jeans mais apertado hoje (eu não posso ter engordado, meu manequim já é 42 =/)!!!!
Deus, minhas costas não são de aço!!!!!!! A cruz tá pesada, Pai. Prova disso, é que as minhas costas estão doendo agora. tá, talvez seja porque eu tô há duas horas no computador. Mas tanto faz.
Vou tomar um chá de hortelã com bastante adoçante. Preciso me acalmar.
P.S.: será que é um sinal divino pra eu não escrever esse livro? Meu Deus, me mande um sinal!!!
(vai ver ele já tá mandando, eu que naum percebi)
Mas a cada dia que se passa tenho certeza que estou passando por uma prova de resistência. Com certeza. dizem que Deus só nos dá a cruz que a gente pode carregar. Então eu devo ter costas bem resistentes, mesmo sendo uma pessoa que não faz nenhuma atividade física que não seja ficar horas em frente ao PC ou lendo na minha casa.
O caso é que, como estou cansada de falar, já reeditei o Missão na Terra - romance em que estou trabalhando há quase um ano - tipo, trocentas vezes. Tá, sinceramente, eu acho que já reeditei umas oito vezes. Umas 100 páginas. Em fonte Arial Narrow 10. Com espaçamento 1,0. E margens 1,5 x 1,5.
Percebeu que é coisa pra caramba, né?
Pois deixe-me explicar tudo o que já passei pelo Missão na Terra. A princípio comecei a todo vapor. Mas eu estudo numa instituição federal de ensino, o Colégio Pedro II. Eu pego quatro ônibus por dia. Engarrafamento horrendo numa das mais complicadas avenidas de Niterói, a Alameda São Boaventura, em pé num ônibus lotado com uma mochila de seis quilos nas costas. Em plena hora do rush.
Tenho trabalhos horrendos e provas assassinas. É natural que eu fique cansada.
Nisso, quando depois de muito esforço, já estou lá pela página 60, um vírus do mal atinge meu computador. E eu perco tudo. Isso mesmo, tudinho. Porque, criatura burra que eu sou, não salvei num pen drive.
A sorte é que eu tinha mandado ele por e-mail pra Isa e ficou salvo. Mas pra Isa eu só tinha mandado as primeiras 30 páginas. Metade do trabalho foi perdido.
Continuei com muito esforço a escrevê-lo. E dessa vez, a salvar no meu MP4. eu sempre mandava uma cópiazinha do meu e-mail do yahoo para o do hotmail de vez em quando. E a salvar uma cópia no computador. Nisso fui até a página 84.
Daí em diante, fiz umas cinco revisões. Pra mim nunca tava bom o suficiente. E todas as revisões eu estava salvando no MP4 direto. Depois da última revisão, continuei escrevendo até a página 130. Mais umas quinze páginas e eu acabava a história. Mas aí, num dia com pressa, saí do PC sem selecionar "Remover hardware com segurança". E perdi tudo. Absolutamente TUDO!!!!!!
Custei a criar coragem pra pegar de novo no livro. Tanto trabalho jogado fora. Agora nas férias fui lá, como promessa de 2010. Como contei a vocês em outro post, reeditei tudo pela última vez. E anteontem, escrevi mais seis páginas, um capítulo que eu, particularmente, amei. Redividi os capítulos. Fiz um símbolo de estrelinha rosa no começo de cada capítulo.
Como eu não suporto mais olhar na cara do meu MP4, salvei uma cópia no PC. Mandei uma cópia do meu yahoo para o meu hotmail. E outra do meu hotmail para o meu yahho. Pensei: "agora tá salvo"
E há meia hora, quando eu fui abrir meu livrinho para escrever mais, ele estava como antes, com as 84 páginas. Sabe a revisão toda? Sabe o capítulo fofo? Sabe as estrelinhas rosas e a redistribuição de capítulos? Sumiu. sumiu mesmo.
EU NÃO SEI COMO.
Pelo amor de Deus, se eu mandei por e-mail, devia estar do jeito que eu mandei, certo?
Fui abrir o que eu mandei do hotmail. Fui abrir o que eu mandei do yahoo. E tudo o que eu havia feito sumiu. E EU ME LEMBRO NITIDAMENTE DE SALVAR.
Eu nunca acreditei em diabo nem inferno. Mas a coisa tá sinistra. Nessas horas dá uma vontadezinha bem louca de desistir de tudo, entende? De pegar essa droga desse computador e jogar pela janela.(obs.: eu moro no quinto andar, seria perca total).
E por isso, ao invés de reeditar tudo, eu vim simplesmente postar aqui. Porque se eu falar pra alguém, ninguém vai acreditar. quero dizer, que louco acreditaria em algo tão SOBRENATURAL?
E para piorar, eu o Minha Fazenda do orkut não abre desde o dia 29 de dezembro. E eu, que estava mais avançada em relação aos meus vizinhos, com certeza perdi meu posto. E encontro a minha Colheita Feliz toda desfalcada porque vivem me roubando. E eu não roubo ninguém, poxa!!! e eu senti meu short jeans mais apertado hoje (eu não posso ter engordado, meu manequim já é 42 =/)!!!!
Deus, minhas costas não são de aço!!!!!!! A cruz tá pesada, Pai. Prova disso, é que as minhas costas estão doendo agora. tá, talvez seja porque eu tô há duas horas no computador. Mas tanto faz.
Vou tomar um chá de hortelã com bastante adoçante. Preciso me acalmar.
P.S.: será que é um sinal divino pra eu não escrever esse livro? Meu Deus, me mande um sinal!!!
(vai ver ele já tá mandando, eu que naum percebi)
O Futuro da humanidade - Augusto Cury
Heaven people (será que é assim que se diz gente do céu em inglês?),
Como eu saio lendo um bilhão de resenhas de livros e filmes pelos blogs da vida, tô tentando fazer umas resenhas aqui. É óbvio que eu não sou muito boa nisso, mas... vamos a tentativa, ok? Afinal, formalidade e Luma simplesmente não combina.
O Futuro da Humanidade - Augusto Cury
Finalmente decidi ler um livro do "queridinho da hora", como eu li uma menina falando num outro blog. Claro que o cara ser psiquiatra e escritor - tipo, o que eu quero ser - ajudou muito na minha escolha.
Eu estava na livraria lendo um bilhão de sinopses pra decidir qual livro que eu ia trocar pelo vale-presente que eu tinha ganhado de aniversário. Pão dura que sou, claro que eu trocaria o vale de 40,00 por dois livros. Mesmo que a minha vontade de comprar "Desculpe se te chamo amor" fosse gritante. Mas "Desculpe se te chamo amor" estava 39,90. Óbvio procurei livros mais baratos, com o objetivo de levar dois.
E foi nessa que eu vi os livrinhos do Augusto Cury. E como eu odeio ficar por fora dos assuntos, fui lá escolher um. Ia até comprar "O vendedor de sonhos", mas aí eu lembrei que Carol tinha, e era melhor eu pedir emprestado a ela e comprar algum que ninguém mais tinha.
E logo acima do título de "O Futuro da Humanidade", estava escrito O primeiro romance de O Vendedor de Sonhos.
Eu, que gosto de começar tudo pelo começo - tipo, ler primeiro o primeiro livro do cara - , peguei esse e decidi por levá-lo. E posso afirmar agora: é muito bom.
A história começa quando Marco Polo, um jovem estudante de medicina que sonha em ser psiquiatra - sentiu a semelhança entre ele e eu?kkk - começa a se perguntar sobre questões mais humanas. Por exemplo, por que em uma sala de aula de anatomia, os alunos não têm o direito de saber de quem eram aqueles corpos que examinam?
Marco Polo é um jovem questionador que critica tudo - é, que nem a Luminha aqui, rs. Em sua busca por um mundo melhor, ele conhece Falcão, um mendigo filósofo.
Eu, como odeio filosofia, não suportei essa parte. Confesso que quando Marco Polo e Falcão ficavam discutindo filosofia, eu largava o livro e pegava um chick-lit de Meg Cabot pra levantar o astral.
Mas depois de umas primeiras 100 páginas que eu achei muito chatas e levei quase um mês pra encarar, o livro ganha 150 páginas extraordinárias.
Eu amei mesmo. Até porque fala muito sobre psiquiatria, psicologia, neurociência... Ai, ai.
Bem, de qualquer forma é um livro muito bom de se ler, sem dúvida.
Como eu saio lendo um bilhão de resenhas de livros e filmes pelos blogs da vida, tô tentando fazer umas resenhas aqui. É óbvio que eu não sou muito boa nisso, mas... vamos a tentativa, ok? Afinal, formalidade e Luma simplesmente não combina.
O Futuro da Humanidade - Augusto Cury
Finalmente decidi ler um livro do "queridinho da hora", como eu li uma menina falando num outro blog. Claro que o cara ser psiquiatra e escritor - tipo, o que eu quero ser - ajudou muito na minha escolha.
Eu estava na livraria lendo um bilhão de sinopses pra decidir qual livro que eu ia trocar pelo vale-presente que eu tinha ganhado de aniversário. Pão dura que sou, claro que eu trocaria o vale de 40,00 por dois livros. Mesmo que a minha vontade de comprar "Desculpe se te chamo amor" fosse gritante. Mas "Desculpe se te chamo amor" estava 39,90. Óbvio procurei livros mais baratos, com o objetivo de levar dois.
E foi nessa que eu vi os livrinhos do Augusto Cury. E como eu odeio ficar por fora dos assuntos, fui lá escolher um. Ia até comprar "O vendedor de sonhos", mas aí eu lembrei que Carol tinha, e era melhor eu pedir emprestado a ela e comprar algum que ninguém mais tinha.
E logo acima do título de "O Futuro da Humanidade", estava escrito O primeiro romance de O Vendedor de Sonhos.
Eu, que gosto de começar tudo pelo começo - tipo, ler primeiro o primeiro livro do cara - , peguei esse e decidi por levá-lo. E posso afirmar agora: é muito bom.
A história começa quando Marco Polo, um jovem estudante de medicina que sonha em ser psiquiatra - sentiu a semelhança entre ele e eu?kkk - começa a se perguntar sobre questões mais humanas. Por exemplo, por que em uma sala de aula de anatomia, os alunos não têm o direito de saber de quem eram aqueles corpos que examinam?
Marco Polo é um jovem questionador que critica tudo - é, que nem a Luminha aqui, rs. Em sua busca por um mundo melhor, ele conhece Falcão, um mendigo filósofo.
Eu, como odeio filosofia, não suportei essa parte. Confesso que quando Marco Polo e Falcão ficavam discutindo filosofia, eu largava o livro e pegava um chick-lit de Meg Cabot pra levantar o astral.
Mas depois de umas primeiras 100 páginas que eu achei muito chatas e levei quase um mês pra encarar, o livro ganha 150 páginas extraordinárias.
Eu amei mesmo. Até porque fala muito sobre psiquiatria, psicologia, neurociência... Ai, ai.
Bem, de qualquer forma é um livro muito bom de se ler, sem dúvida.
5 de janeiro de 2010
Diário de Patrícia - I
Gente, comecei a escrever o meu conto de janeiro, O Diário de Patrícia.
Patrícia é meio doidinha, que nem eu. fala uns 500 "tipos" por dia. Mas ela também é legal. Acho que dá pra gostar dela.
Aí vai a primeira parte:
Patrícia é meio doidinha, que nem eu. fala uns 500 "tipos" por dia. Mas ela também é legal. Acho que dá pra gostar dela.
Aí vai a primeira parte:
“Diário de Patrícia Gomes de Souza, nascida em Maricá-RJ”
Segunda feira, 20 de abril.
É, acho que tá bom pra identificação do meu diário. Porque, tipo assim, deve existir zilhões de Patrícias Gomes de Souza. Mas aqui em Maricá e tendo 15 anos eu acho que só tem eu. Eu acho.
Antes de tudo, quero esclarecer a minha vontade repentina de escrever um diário. Não é porque eu li O Diário da Princesa semana passada. Eu nem tava a fim de ler. Cecília que ficou me chateando: “Lê, lê, lê logo.” Bem, a Cecília é, tipo, a minha amiga da escola. Acho que a gente tem potencial de ser melhor amiga um dia. Mas o lance é que, tipo, a gente só se conhece há pouco mais de um mês então não dá pra avaliar direito. Pelo menos eu acho.
O que me leva a escrever aqui é que Cecília está me chateando pra ler O Diário de Anne Frank. Eu fico pensando por que as pessoas adoram publicar livros de diários. Porque eu não sei se a Anne Frank ia gostar muito que publicassem o diário dela. Mas foi só ela morrer que fizeram isso. Cecília me disse que assim que ela terminar de ler O Diário de Anne Frank vai me emprestar. Eu estou achando que alguém precisa dar um toque nela. Não é porque ela lê pra caramba que todo mundo é assim. Eu, por exemplo, prefiro pegar um filme na locadora e devorar uma pipoca de microondas. Quando Cecília vai entender que ver um filme com pipoca de microondas é melhor que ler um livro? Fala sério.
Bem, mas como eu ainda não esclareci, vou esclarecer agora. É que eu quero ser famosa um dia. E como eu não nasci pra cantar, não posso ser modelo – eu sou baixinha –, e não tenho nenhum talento especial, eu posso escrever um diário. Quero dizer, se alienígenas invadirem a terra e me matarem, eles vão poder achar meu diário e ele vai ser um sucesso literário. Que nem O Diário de Anne Frank. E aí eu vou ser famosa. Pena que eu já vou estar morta. Mas tudo bem.
Ai, droga, Cris já tá me chamando. Peraí que eu já volto.
Pronto, voltei. Cris queria perguntar que tipo de pizza eu queria pedir. Na boa, a minha madrasta não é normal. Onde já se viu pedir uma pizza em plena segunda-feira? Uma pessoa normal pediria na sexta, no sábado ou no domingo. Também, que pessoa normal casaria com o meu pai? Só uma doida feito a Cris mesmo. Ou a mamãe.
Mas mamãe era realmente, realmente meio maluquinha. Ela me dizia que o maior objetivo que alguém pode ter na vida é ser famosa. Mamãe queria ser igual a Madonna. Pobre mamãe. O mais famosa que ela conseguiu ser foi quando conseguiu ser presidente do grêmio estudantil no segundo grau. Não que ela tivesse espírito de liderança. Era porque ela queria chamar a atenção do tio Mauro, irmão de papai, que estudava com ela. E até que mamãe se saiu bem. Porque ela ficou amiga de tio Mauro e antes que ela conseguisse ficar com ele, ela conheceu papai, que é irmão mais velho de tio Mauro, e se apaixonou por ele. E casou com ele. Detalhe: minha mãe só tinha dezessete anos.
Depois que mamãe morreu, eu fiquei pensando onde papai ia arrumar outra pessoa doida o suficiente pra ficar com ele. E ele conheceu Cris. Adivinha como? Cris era amiga de tio Mauro. Sim, meu caro, qualquer semelhança não é mera coincidência. Porque só o tio Mauro pra conhecer tanta gente doida. Bem, pra você ter idéia, Cris é formada em publicidade e recursos humanos mas dá aulas de música. Como eu disse, Cris não é normal. Porque você fazer duas faculdades e não usá-las pra nada definitivamente não é coisa de gente normal.
Quero dizer, olhe papai. Depois de se formar em administração e trabalhar numa grande empresa por quase dez anos, ele pede demissão e compra um táxi. Porque ele não agüenta mais receber ordens de um patrão chato.
Como eu posso ter saído normal filha de um pai desses e de uma mãe doida? E ainda, pra completar, papai casa de novo com outra mulher tão doida – ou mais – que mamãe.
Agora mais um doido ou doida tá vindo por aí. É que Cris tá grávida. Deus queira que essa criança venha normal, tipo, eu.
Ótimo, fiquei tanto me explicando que nem contei meu dia. Mas eu to muito cansada, acabei de chegar em casa. Amanhã eu conto sobre o meu dia, porque, tipo assim, um dia a mais e outro a menos não faz muita diferença. Pelo menos eu acho.
4 de janeiro de 2010
Estou no caminho certo, sinto isso!!
Bem, como o meu emprego de verão está sendo ser blogueira, um serviço completamente sem remuneração, mas bastante divertido, uma força maior - talvez espíritos, talvez minha mente ou um ET que se apossou do meu ser, vai saber - fez com que eu postasse aqui hoje. De novo.
Mas o que mais me faz feliz em postar aqui hoje é que estou conseguindo cumprir algumas metas de 2010, pelo menos eu acho. Terminar de revisar, e pela última vez - prometo! - o que já escrevi até agora em Missão da Terra, meu livrinho do coração. É muito emocionante para mim vê-lo se desenvolvendo.
Ele surgiu de uma idéia maluca que tive enquanto andava de ônibus pelas ruas da cidade, a caminho da escola, mais precisamente às 05:50 da manhã, e foi crescendo.
Sim, me sinto como uma mãe e seu filhinho.
Para quem não sabe, a história é sobre a Lívia - uma menina neurótica de 17 anos como eu, kkk -, filha de uma conselheira pedagógica e um professor de matemática. Lívia também é a filha do meio. Sua irmã mais velha, Gabriela, de 18,é sua melhor amiga - é, livro é ficcção, óbvio - e sonha em ser jornalista. E sua irmã mais nova, Patrícia, tem 10. Patrícia é aquele tipo de garotinha super esperta que a gente nunca sabe o que está pensando, o que vive encucando a Lívia.
Lívia é perdidamente louca, desde tipo, SEMPRE, pelo seu melhor amigo, loiro, lindo, carinhoso, inteligente e meio maluco e misterioso de vez em quando também, o Téo.
Bem, Lívia e Téo são tipo uns gêmeos siameses. Desde pequenos, vivem grudados.
A história se passa na cidade que eu mais amo no mundo. Sim meus caros, a belíssima Niterói. Onde eu nasci, estudo e não moro = (
Na história, acontece de tudo. Brigas, confusões, tragédias, muita gente neurótica, situações engraçadas. Tem horas, que eu acho que qualquer um vai se identificar com a Lívia e as confusões em que ela se mete.
Porque mesmo sendo louca pelo Téo, a Lívia sonha em casar com um príncipe europeu e ser a nova Princesa Diana.
Louca ela, não??
Por isso o "Missão na terra " é o meu xodó. Assim que acabar de escrever nele vou postar o primeiro capítulo aqui. Mas só o primeiro, porque senão, como que eu vou vender ele após ser publicado?
(Isso, vai sonhando Luma..)
kkkkkk, de qualquer forma, mil beijos = *********( x milhões)
P.S.: Gente, hoje eu não tomei Coca-Cola. tomei um refrigereco - lembram da antiga propaganda da Coca? rs - , o Flexa, que é produzido na minha cidade e veio junto com pizza que papai pediu ontem à noite.
Viu? Tô chegando nas metas. Ah, e me inscrevi num concurso público. É, meus caros, promessa de Luma SEMPRE é cumprida! Há!
Mas o que mais me faz feliz em postar aqui hoje é que estou conseguindo cumprir algumas metas de 2010, pelo menos eu acho. Terminar de revisar, e pela última vez - prometo! - o que já escrevi até agora em Missão da Terra, meu livrinho do coração. É muito emocionante para mim vê-lo se desenvolvendo.
Ele surgiu de uma idéia maluca que tive enquanto andava de ônibus pelas ruas da cidade, a caminho da escola, mais precisamente às 05:50 da manhã, e foi crescendo.
Sim, me sinto como uma mãe e seu filhinho.
Para quem não sabe, a história é sobre a Lívia - uma menina neurótica de 17 anos como eu, kkk -, filha de uma conselheira pedagógica e um professor de matemática. Lívia também é a filha do meio. Sua irmã mais velha, Gabriela, de 18,é sua melhor amiga - é, livro é ficcção, óbvio - e sonha em ser jornalista. E sua irmã mais nova, Patrícia, tem 10. Patrícia é aquele tipo de garotinha super esperta que a gente nunca sabe o que está pensando, o que vive encucando a Lívia.
Lívia é perdidamente louca, desde tipo, SEMPRE, pelo seu melhor amigo, loiro, lindo, carinhoso, inteligente e meio maluco e misterioso de vez em quando também, o Téo.
Bem, Lívia e Téo são tipo uns gêmeos siameses. Desde pequenos, vivem grudados.
A história se passa na cidade que eu mais amo no mundo. Sim meus caros, a belíssima Niterói. Onde eu nasci, estudo e não moro = (
Na história, acontece de tudo. Brigas, confusões, tragédias, muita gente neurótica, situações engraçadas. Tem horas, que eu acho que qualquer um vai se identificar com a Lívia e as confusões em que ela se mete.
Porque mesmo sendo louca pelo Téo, a Lívia sonha em casar com um príncipe europeu e ser a nova Princesa Diana.
Louca ela, não??
Por isso o "Missão na terra " é o meu xodó. Assim que acabar de escrever nele vou postar o primeiro capítulo aqui. Mas só o primeiro, porque senão, como que eu vou vender ele após ser publicado?
(Isso, vai sonhando Luma..)
kkkkkk, de qualquer forma, mil beijos = *********( x milhões)
P.S.: Gente, hoje eu não tomei Coca-Cola. tomei um refrigereco - lembram da antiga propaganda da Coca? rs - , o Flexa, que é produzido na minha cidade e veio junto com pizza que papai pediu ontem à noite.
Viu? Tô chegando nas metas. Ah, e me inscrevi num concurso público. É, meus caros, promessa de Luma SEMPRE é cumprida! Há!
3 de janeiro de 2010
Confissões
Vamos lá, acho que eu preciso confessar meus pecados de início de ano.
O primeiro deles é: eu bebi Coca-cola ontem. Quero dizer, tipo, uns quatro copos de Coca ao longo do dia. Mas eu acho que não é tão sério, porque eu tava num churrasco e lá só tinha Coca-cola e Guaraná Antarctica. É, era pra eu ter bebido guaraná, porque aí eu poderia gerar mais empregos na Amazônia, que faz parte do meu país. Talvez um carinha que colhe guaraná lá no Acre, tava precisando de dinheiro pra sustentar seus nove filhos e eu não ajudei ele porque bebi Coca. Tô me sentindo um monstro depois de analisar isso.
Não escrevi nada no Missão na Terra esse ano ainda. Acho que terminando de postar aqui e de visitar uns 500 blogs eu vou lá. Afinal, a história já tá pronta e eu já passei da metade. É só terminar de revisar o que já escrevi(e espero que pela última vez), e escrever mais umas 40 páginas.
Estava pensando em idéias para a formatura. Como já tem a Colação de Grau e tudo mais, talvez a gente nem precise da Formatura em si. Será que tem como a gente deixar a Colação de Grau mais chique um pouco? Aí o dinheiro da Formatura vai pra viagem. Ontem falei com algumas meninas da escola e tivemos muita idéia boa pra arrecadar fundos. Afinal, em 2010, nós que vamos tomar conta de todos os eventos da escola. E a viagem, pensei em algum lugar mais perto. Acho muito chato se no fim das contas a gente for pra Porto Seguro. Todo mundo vai pra lá! E eu com essa minha mania de ser diferente não acho muito interessante. Acho que se a gente viajar pra um lugar mais perto é melhor, porque sai mais barato, mais gente vai poder ir, e quem sabe, a gente faz uma viagem que dura mais. Nisso, veio a idéia de Guarapari, no Espírito Santo( não adianta, agora não lembro quem lembrou de lá, só sei que não fui eu). Legal.
Tipo, quem fala do Espírito Santo? Nem no telejornal eles falam. Parece um lugar esquecido. Até a Ilha de Marajó - que é uma ilha - tem mais atenção.Meu, acho que o Espírito Santo nem sotaque tem!
Claro, que deve ter, mas a mídia não divulga pra gente. Sacanagem isso.
Acho que vai ser muito mais legal e diferente passar a viagem de formatura no Espírito Santo que na Bahia.
Agora eu estou aqui pra pedir desculpas mesmo. Eu não queria escrever isso aqui no blog, porque qualquer ser humano da Terra pode ver isso, mas como o problema é entre eu e todo o estado do Rio, eu acho que preciso pedir desculpas formais.
E deixar bem claro que eu não acredito em superstições. Não uso roupa branca no Ano Novo, e nem me importo de passar por baixo de uma escada.
Eu já tava há mais ou menos uns dois meses, precisando dar uma arrumação no meu quarto. É óbvio que considerando que eu divido meu lindo quartinho com meu irmão, ele deveria me ajudar. Mas ele é um preguiçoso e vivemos num mundo machista em relação a quem arruma o quarto.
Limpei todos os cantos - até atrás do guarda-roupa - mudei os móveis de lugar, ajeitei as cortinas cor-de-rosa(se meu irmão não quer me ajudar, dane-se, eu ponho cortinas cor-de-rosa), reorganizei todos os livros. Montei e desmontei o PC.
Mamãe chegou do trabalho e quase teve um ataque.Ela virou e disse pra mim: "Luma, arrumando o quarto? Vai chover!" Acho que é porque eu não fazia isso desde, tipo assim, NUNCA! Não pense que eu sou desorganizada. É só que a minha mãe parece que tem TOC. Meu quarto é até um tanto organizado. Tá sempre varrido, sem poeira nos móveis, com a cama arrumada. Só a mesinha do computador que está sempre cheia de livros, estojo, cardeninhos, etc.
Lá pras seis horas da tarde começou a relampejar e ter um monte de trovões. E veio uma chuva torrencial. Mesmo fechando todas as janelas do apartamento, ainda entrava água, pelos espacinhos entre a parede e a janela. (não pense que moro num fim de mundo - mas é que tava chuvendo muito mesmo). À noite, a chuva foi parando. Isso foi no dia 29 de dezembro.
No dia 30, eu acordei e mantive meu quarto organizado. E à noite, choveu de novo. Dessa vez, mais fraco, só que por mais tempo. É claro que eu não caí na pilha da minha mãe, achava que isso era normal, porque estamos no verão e aqui tá fazendo um calor surreal.
No dia 31 de manhã eu ligo a tv e vejo as notícias. Gente, o lance foi sério.
Na baixada fluminense - tá, isso é meio longe daqui - um monte de gente ficou desabrigada. Gente morreu. Isso é MUITO sério.
Depois eu soube, no telefone com Isa, que até Niterói - a cidade mais perfeita e que eu mais amo no mundo(se não fosse o calor de verão), a MINHA CIDADE - foi atingida. Deslizamentos - o google chrome tá dizendo que essa palavra tá errada, com essa ondinha vermelha embaixo, mas dane-se porque vai ficar assim mesmo - de terra, acabaram com a casa da prima dela. O menos pior é que todo mundo tá bem, graças a Deus!
Claro que eu fiquei nervosa. E mais desesperada ainda quando no dia 1º de janeiro, acordo e fico sabendo do que aconteceu em Angra dos Reis.
Na terça, dia 29, enquanto arrumava meu quarto, eu tava pensando: "Se eu tivesse grana agora tava numa daquelas ilhas de Angra e não arrumando meu quarto."
Óbvio que eu fiquei chocada. Eu continuo não acreditando em superstições mas eu ter arrumado a casa e depois ver o que aconteceu com aquelas pessoas me traz um sentimento meio estranho. Não estou me sentindo culpada nem nada (eu sou um monstro, né?), mas muito triste. Sei lá, só sei dizer que é estranho.
De qualquer forma, estou aqui há umas meia-hora, tempo que eu já teria escrito muita coisa no Missão na Terra. E claro, que eu poderia começar a escrever o conto de alguns capítulos que quero postar aqui em janeiro. E que eu poderia estudar pro vestibular.
Beijos, pessoinhas!!!
= ***
O primeiro deles é: eu bebi Coca-cola ontem. Quero dizer, tipo, uns quatro copos de Coca ao longo do dia. Mas eu acho que não é tão sério, porque eu tava num churrasco e lá só tinha Coca-cola e Guaraná Antarctica. É, era pra eu ter bebido guaraná, porque aí eu poderia gerar mais empregos na Amazônia, que faz parte do meu país. Talvez um carinha que colhe guaraná lá no Acre, tava precisando de dinheiro pra sustentar seus nove filhos e eu não ajudei ele porque bebi Coca. Tô me sentindo um monstro depois de analisar isso.
Não escrevi nada no Missão na Terra esse ano ainda. Acho que terminando de postar aqui e de visitar uns 500 blogs eu vou lá. Afinal, a história já tá pronta e eu já passei da metade. É só terminar de revisar o que já escrevi(e espero que pela última vez), e escrever mais umas 40 páginas.
Estava pensando em idéias para a formatura. Como já tem a Colação de Grau e tudo mais, talvez a gente nem precise da Formatura em si. Será que tem como a gente deixar a Colação de Grau mais chique um pouco? Aí o dinheiro da Formatura vai pra viagem. Ontem falei com algumas meninas da escola e tivemos muita idéia boa pra arrecadar fundos. Afinal, em 2010, nós que vamos tomar conta de todos os eventos da escola. E a viagem, pensei em algum lugar mais perto. Acho muito chato se no fim das contas a gente for pra Porto Seguro. Todo mundo vai pra lá! E eu com essa minha mania de ser diferente não acho muito interessante. Acho que se a gente viajar pra um lugar mais perto é melhor, porque sai mais barato, mais gente vai poder ir, e quem sabe, a gente faz uma viagem que dura mais. Nisso, veio a idéia de Guarapari, no Espírito Santo( não adianta, agora não lembro quem lembrou de lá, só sei que não fui eu). Legal.
Tipo, quem fala do Espírito Santo? Nem no telejornal eles falam. Parece um lugar esquecido. Até a Ilha de Marajó - que é uma ilha - tem mais atenção.Meu, acho que o Espírito Santo nem sotaque tem!
Claro, que deve ter, mas a mídia não divulga pra gente. Sacanagem isso.
Acho que vai ser muito mais legal e diferente passar a viagem de formatura no Espírito Santo que na Bahia.
Agora eu estou aqui pra pedir desculpas mesmo. Eu não queria escrever isso aqui no blog, porque qualquer ser humano da Terra pode ver isso, mas como o problema é entre eu e todo o estado do Rio, eu acho que preciso pedir desculpas formais.
E deixar bem claro que eu não acredito em superstições. Não uso roupa branca no Ano Novo, e nem me importo de passar por baixo de uma escada.
Eu já tava há mais ou menos uns dois meses, precisando dar uma arrumação no meu quarto. É óbvio que considerando que eu divido meu lindo quartinho com meu irmão, ele deveria me ajudar. Mas ele é um preguiçoso e vivemos num mundo machista em relação a quem arruma o quarto.
Limpei todos os cantos - até atrás do guarda-roupa - mudei os móveis de lugar, ajeitei as cortinas cor-de-rosa(se meu irmão não quer me ajudar, dane-se, eu ponho cortinas cor-de-rosa), reorganizei todos os livros. Montei e desmontei o PC.
Mamãe chegou do trabalho e quase teve um ataque.Ela virou e disse pra mim: "Luma, arrumando o quarto? Vai chover!" Acho que é porque eu não fazia isso desde, tipo assim, NUNCA! Não pense que eu sou desorganizada. É só que a minha mãe parece que tem TOC. Meu quarto é até um tanto organizado. Tá sempre varrido, sem poeira nos móveis, com a cama arrumada. Só a mesinha do computador que está sempre cheia de livros, estojo, cardeninhos, etc.
Lá pras seis horas da tarde começou a relampejar e ter um monte de trovões. E veio uma chuva torrencial. Mesmo fechando todas as janelas do apartamento, ainda entrava água, pelos espacinhos entre a parede e a janela. (não pense que moro num fim de mundo - mas é que tava chuvendo muito mesmo). À noite, a chuva foi parando. Isso foi no dia 29 de dezembro.
No dia 30, eu acordei e mantive meu quarto organizado. E à noite, choveu de novo. Dessa vez, mais fraco, só que por mais tempo. É claro que eu não caí na pilha da minha mãe, achava que isso era normal, porque estamos no verão e aqui tá fazendo um calor surreal.
No dia 31 de manhã eu ligo a tv e vejo as notícias. Gente, o lance foi sério.
Na baixada fluminense - tá, isso é meio longe daqui - um monte de gente ficou desabrigada. Gente morreu. Isso é MUITO sério.
Depois eu soube, no telefone com Isa, que até Niterói - a cidade mais perfeita e que eu mais amo no mundo(se não fosse o calor de verão), a MINHA CIDADE - foi atingida. Deslizamentos - o google chrome tá dizendo que essa palavra tá errada, com essa ondinha vermelha embaixo, mas dane-se porque vai ficar assim mesmo - de terra, acabaram com a casa da prima dela. O menos pior é que todo mundo tá bem, graças a Deus!
Claro que eu fiquei nervosa. E mais desesperada ainda quando no dia 1º de janeiro, acordo e fico sabendo do que aconteceu em Angra dos Reis.
Na terça, dia 29, enquanto arrumava meu quarto, eu tava pensando: "Se eu tivesse grana agora tava numa daquelas ilhas de Angra e não arrumando meu quarto."
Óbvio que eu fiquei chocada. Eu continuo não acreditando em superstições mas eu ter arrumado a casa e depois ver o que aconteceu com aquelas pessoas me traz um sentimento meio estranho. Não estou me sentindo culpada nem nada (eu sou um monstro, né?), mas muito triste. Sei lá, só sei dizer que é estranho.
De qualquer forma, estou aqui há umas meia-hora, tempo que eu já teria escrito muita coisa no Missão na Terra. E claro, que eu poderia começar a escrever o conto de alguns capítulos que quero postar aqui em janeiro. E que eu poderia estudar pro vestibular.
Beijos, pessoinhas!!!
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