31 de dezembro de 2011

 



Chocolate sempre foi uma salvação. Naqueles momentos de desespero, lá estava o açúcar, apto a me ajudar. Mas ultimamente um certo bombom está me tirando do sério.

Tudo começou na fatídica manhã do dia 13 de dezembro de 2011. Estava no Bezão, um auditório do CCS lá no Fundão, preparando-me para a avaliação de bioquímica. É claro que eu estava nervosa. Se vocês tivessem minhas notas, sempre estariam nervosos antes de qualquer prova, acreditem.

Estávamos eu, Sthefane e Vinicius quando um de nós – não me lembro quem – avistou o bendito (?) bombom. Lá estava o Serenata solto na mesa da frente, forever alone, sem ninguém que lhe fornecesse alguma amilase salivar.
Era uma miragem? Não coleguinhas, não era. Começaram os palpites.

Eu: “ Deve estar cheio de papel, esperando ser pego por um tonto”
Vinicius: “ Vocês ficam falando isso, vai que tem bombom mesmo dentro da embalagem?”
Sthefane: “ Uhum, deve ter um papel escrito: Seu trouxa, você acreditou.

Os minutos passaram e a prova estava sendo distribuída. Sthefane, na minha frente, jogou o bombom pra mim. Cara, tinha bombom dentro!

Guardei na bolsa. E não tirei mais de lá. A princípio, eu comeria o bombom sem problemas. Mas depois Sthefane e Vinicius começaram a falar que o bombom poderia estar amaldiçoado e não era confiável. Pois é, amigos são pra isso. Te dão um bombom e te torturam para não comê-lo. Na verdade, eu não acredito em maldições, bruxarias e outras coisas estranhas, mas eu acredito em veneno, vidro moído, urina de rato poluída com leptospirose etc. Por isso, fiquei receosa de comer o tal bombom. Vai que alguém de sacanagem colocou um super laxante naquele troço. E se ele foi travesseiro de baratas durante a madrugada?

O problema é que eu não tenho coragem de jogar o bombom fora. Sabe, um bombom custa 60 centavos. E eu adoro chocolate! Mas eu não posso deixá-lo pra sempre na minha mochila, porque ela está suja e preciso lavá-la. Então, tenho que encontrar uma solução para o problema.

Se você souber como ajudar, entre em contato comigo e tire-me dessa agonia.

27 de dezembro de 2011

Filmes que a gente não cansa de ver

Vocês estão presenciando um  momento histórico na história desse blog. Pela primeira vez em mais de dois anos de blog, escrevo um post sem ficar matutando sobre ele durante horas. Há uns três minutos atrás eu e mamãe estávamos falando sobre ver filmes muitas vezes. Tudo começou porque no Natal meu tio falou que assistiu Titanic 486 vezes. Óbvio que ele não assistiu isso tudo, mas ser exagerado é marca registrada do clã Peril.




Nessa eu viro pra mamãe e falo: "Vamos ver Grease pela quinquagésima vez?"
Assistir Grease pela quinquagésima vez é um exagero também. Mas, sem sombra de dúvidas, eu já vi o filme mas de 30 vezes. Acho que até mais de 40. Meu Deus, eu já assisti Grease umas 50 vezes!


Nisso eu viro pra mamãe: " Acho que Grease já bateu o recorde de Matilda."

Matilda é só O filme da minha infância. Acho que Matilda é o filme da minha infância, Grease da adolescência, e da vida adulta... não sei ainda. Acho que é um filme a ser lançado, com certeza. Eu ainda tenho 46 anos até chegar a 3ª idade.

Mamãe:
 - Luma, você assistiu Matilda umas 38 vezes.( Não 37, não 39, 38.)

 -  Acho que mais, mãe. Eu pegava a fita de Matilda na locadora todos os sábados. Assistia uma vez no sábado a noite, duas no domingo e uma na segunda de manhã.

 - Até que você quebrou a fita da locadora.

Eu lembro daquele dia. Foi muito triste. A fita travou na cena das tortas, se não me engano. Aquela em que eles vão comemorar que a mãe de Matilda ganhou no bingo. Eu estava na minha segunda sessão da rodada, a do domingo de manhã. Fatídico. mamãe tirou a fita do aparelho de vídeo e me disse que eu ficaria um bom tempo sem ver Matilda. " Deixa pra ver quando vão descobrir o defeito da fita. Talvez nunca descubram."

- Você lembra que meses depois eu voltei lá na locadora procurando Matilda, Luma?

- Não, mãe.

- Eu cheguei e perguntei a atendente se o filme estava disponível. Ela disse que estava e, na hora de colocar a locação no sistema ela virou pra mim e disse que era interessante que a última locação tinha sido feita há um tempão, e no meu nome.


- E o que a senhora fez?


- Eu disse pra atendente que não sabia que minha filhinha já tinha assistido, eu pegaria outro filme então.


Eu fico imaginando agora o que aquela atendente achou da frase da minha mãe quando reparou qua todas as últimas locações foram feitas pela Luciana Peril.


Desde aquele dia da fita travada, há uns 10 anos, eu só assisto Matilda se for na Sessão da Tarde. Ah, e minha cena preferida é quando ela invade a casa da diretora pela primeira vez.



E você, qual filme já viu zilhões de vezes e não cansa de ver?



beijos, volto em breve.



31 de dezembro de 2011

 



Chocolate sempre foi uma salvação. Naqueles momentos de desespero, lá estava o açúcar, apto a me ajudar. Mas ultimamente um certo bombom está me tirando do sério.

Tudo começou na fatídica manhã do dia 13 de dezembro de 2011. Estava no Bezão, um auditório do CCS lá no Fundão, preparando-me para a avaliação de bioquímica. É claro que eu estava nervosa. Se vocês tivessem minhas notas, sempre estariam nervosos antes de qualquer prova, acreditem.

Estávamos eu, Sthefane e Vinicius quando um de nós – não me lembro quem – avistou o bendito (?) bombom. Lá estava o Serenata solto na mesa da frente, forever alone, sem ninguém que lhe fornecesse alguma amilase salivar.
Era uma miragem? Não coleguinhas, não era. Começaram os palpites.

Eu: “ Deve estar cheio de papel, esperando ser pego por um tonto”
Vinicius: “ Vocês ficam falando isso, vai que tem bombom mesmo dentro da embalagem?”
Sthefane: “ Uhum, deve ter um papel escrito: Seu trouxa, você acreditou.

Os minutos passaram e a prova estava sendo distribuída. Sthefane, na minha frente, jogou o bombom pra mim. Cara, tinha bombom dentro!

Guardei na bolsa. E não tirei mais de lá. A princípio, eu comeria o bombom sem problemas. Mas depois Sthefane e Vinicius começaram a falar que o bombom poderia estar amaldiçoado e não era confiável. Pois é, amigos são pra isso. Te dão um bombom e te torturam para não comê-lo. Na verdade, eu não acredito em maldições, bruxarias e outras coisas estranhas, mas eu acredito em veneno, vidro moído, urina de rato poluída com leptospirose etc. Por isso, fiquei receosa de comer o tal bombom. Vai que alguém de sacanagem colocou um super laxante naquele troço. E se ele foi travesseiro de baratas durante a madrugada?

O problema é que eu não tenho coragem de jogar o bombom fora. Sabe, um bombom custa 60 centavos. E eu adoro chocolate! Mas eu não posso deixá-lo pra sempre na minha mochila, porque ela está suja e preciso lavá-la. Então, tenho que encontrar uma solução para o problema.

Se você souber como ajudar, entre em contato comigo e tire-me dessa agonia.

27 de dezembro de 2011