19 de dezembro de 2009

E lá se vai 2009 - Parte 1

Engraçado que, pela primeira vez na vida, estou tendo projetos para o ano seguinte. Estou revendo 2009, pensando em 2010. Estranho é que eu NUNCA fiz isso!! Nunquinha! Sempre fui contra aquele verso de Epitáfio, que diz que o acaso nos protege enquanto estamos distraídos. Eu nunca confiei no acaso, nunca confiei no destino. Sempre disse pras pessoas correrem atrás do que querem e ponto final. Mas hoje eu olho pra trás e vejo que essa ausência de planos e objetivos a vida inteira, fez com que eu fosse uma pessoa contraditória. Porque, uma pessoa sem planos, é vítima do acaso. 


Quis listar algumas coisas que me aconteceram esse ano. às vezes me parece que ele não foi tão significativo, mas olhando bem, foram tantas coisas!


1 . Inventei de escrever. Passei as férias sem ter o que fazer, e comecei a ler muito. Como tudo isso começou? Uma longa história, mas vamos lá. 


Em maio de 2008(é, ano passado), no aniversário de Bel, Amanda e Bruno começaram a falar de Harry Potter, e eu me senti boiando. Afinal, eu mal tinha assistido os filmes! Decidi então que ia ler Harry Potter pra nunca mais ficar boiando quando alguém tocasse nesse assunto. 


Pedi emprestado a Amanda o primeiro livro da série, queria ler tudo na ordem. Ela me emprestou e em três dias eu li tudo. Hoje em dia, em três dias eu leio muito mais, mas naquela época, ler quase 300 páginas em três dias pra mim era um recorde.


Depois veio o problema, ninguém tinha o segundo pra me emprestar. Todo mundo que tinha lido o segundo, tinha sido emprestado com alguém que eu não conhecia. 


Parei então no primeiro livro. Mas lá pra setembro(de 2008 ainda) abriu a biblioteca lá da escola, e eu inventei de ler de novo. Li muito Agatha Christie. Afinal, Isabela vivia falando de Agatha Christie isso, Agatha Christie aquilo. Na verdade, eu era tão por fora do assunto Agatha Christie, que eu imaginava que ela era uma escritora adolescente. Mas na verdade a mulher tinha vivido no começo do século, tinha morrido na década de 70, e escrevia mistérios do tipo "quem matou". É, nada a ver com o que eu imaginava. 


Depois juntei uma grana, comprei outros Harry Potter. Quando chegou a febre Crepúsculo, eu inventei de baixar e-book da internet. Viciante.Li muita coisa made in net.


No início do ano, a nova professora de português mandou a gente escrever uma narração, e ela gostou do meu texto sobre uma pintura de Van Gogh. Nunca ninguém tinha elogiado uma redação minha. Quis progredir. Inventei de escrever também.


Nunca gostei muito de poesias, nem de nada com linguagem difícil. Acho que leitura é pra se divertir. Se eu quiser ler palavras difíceis, leio um artigo científico, poxa!


Comecei a escrever meu livro. Nada que eu não entendesse. Queria fazer um mistério, algo policial. Mas eu não entendo nada de polícia, meu livro iria ficar uma droga! Fiz um romance de linguagem simples, adolescente, algo que eu leria. Lembrei da Débora do curso de inglês, que uma vez disse que uma pessoa precisa plantar uma árvore, escrever um livro e ter um filho. Acho que eu já tinha começado a fazer a minha parte em relação ao livro.


Outra pessoa que me manda energia positiva pra escrever o livro é a tia Gleysa,mãe de Carol. Ela diz que eu pareço a Clarice Lispector, e mesmo eu tendo odiado " A hora da estrela", acho que isso é um elogio.


Minha grande inspiração, ídola e o que eu quero ser quando crescer é tipo a Meg Cabot. Ela mostra que escrever, é pra se divertir e divertir os outros. Mas aí, já é assunto pra outro post.


ps.: Tentei escrever isso apenas no meu diário comum, mas não consegui, acho que precisava dividir essas histórias com o mundo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

19 de dezembro de 2009

E lá se vai 2009 - Parte 1

Engraçado que, pela primeira vez na vida, estou tendo projetos para o ano seguinte. Estou revendo 2009, pensando em 2010. Estranho é que eu NUNCA fiz isso!! Nunquinha! Sempre fui contra aquele verso de Epitáfio, que diz que o acaso nos protege enquanto estamos distraídos. Eu nunca confiei no acaso, nunca confiei no destino. Sempre disse pras pessoas correrem atrás do que querem e ponto final. Mas hoje eu olho pra trás e vejo que essa ausência de planos e objetivos a vida inteira, fez com que eu fosse uma pessoa contraditória. Porque, uma pessoa sem planos, é vítima do acaso. 


Quis listar algumas coisas que me aconteceram esse ano. às vezes me parece que ele não foi tão significativo, mas olhando bem, foram tantas coisas!


1 . Inventei de escrever. Passei as férias sem ter o que fazer, e comecei a ler muito. Como tudo isso começou? Uma longa história, mas vamos lá. 


Em maio de 2008(é, ano passado), no aniversário de Bel, Amanda e Bruno começaram a falar de Harry Potter, e eu me senti boiando. Afinal, eu mal tinha assistido os filmes! Decidi então que ia ler Harry Potter pra nunca mais ficar boiando quando alguém tocasse nesse assunto. 


Pedi emprestado a Amanda o primeiro livro da série, queria ler tudo na ordem. Ela me emprestou e em três dias eu li tudo. Hoje em dia, em três dias eu leio muito mais, mas naquela época, ler quase 300 páginas em três dias pra mim era um recorde.


Depois veio o problema, ninguém tinha o segundo pra me emprestar. Todo mundo que tinha lido o segundo, tinha sido emprestado com alguém que eu não conhecia. 


Parei então no primeiro livro. Mas lá pra setembro(de 2008 ainda) abriu a biblioteca lá da escola, e eu inventei de ler de novo. Li muito Agatha Christie. Afinal, Isabela vivia falando de Agatha Christie isso, Agatha Christie aquilo. Na verdade, eu era tão por fora do assunto Agatha Christie, que eu imaginava que ela era uma escritora adolescente. Mas na verdade a mulher tinha vivido no começo do século, tinha morrido na década de 70, e escrevia mistérios do tipo "quem matou". É, nada a ver com o que eu imaginava. 


Depois juntei uma grana, comprei outros Harry Potter. Quando chegou a febre Crepúsculo, eu inventei de baixar e-book da internet. Viciante.Li muita coisa made in net.


No início do ano, a nova professora de português mandou a gente escrever uma narração, e ela gostou do meu texto sobre uma pintura de Van Gogh. Nunca ninguém tinha elogiado uma redação minha. Quis progredir. Inventei de escrever também.


Nunca gostei muito de poesias, nem de nada com linguagem difícil. Acho que leitura é pra se divertir. Se eu quiser ler palavras difíceis, leio um artigo científico, poxa!


Comecei a escrever meu livro. Nada que eu não entendesse. Queria fazer um mistério, algo policial. Mas eu não entendo nada de polícia, meu livro iria ficar uma droga! Fiz um romance de linguagem simples, adolescente, algo que eu leria. Lembrei da Débora do curso de inglês, que uma vez disse que uma pessoa precisa plantar uma árvore, escrever um livro e ter um filho. Acho que eu já tinha começado a fazer a minha parte em relação ao livro.


Outra pessoa que me manda energia positiva pra escrever o livro é a tia Gleysa,mãe de Carol. Ela diz que eu pareço a Clarice Lispector, e mesmo eu tendo odiado " A hora da estrela", acho que isso é um elogio.


Minha grande inspiração, ídola e o que eu quero ser quando crescer é tipo a Meg Cabot. Ela mostra que escrever, é pra se divertir e divertir os outros. Mas aí, já é assunto pra outro post.


ps.: Tentei escrever isso apenas no meu diário comum, mas não consegui, acho que precisava dividir essas histórias com o mundo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário