7 de janeiro de 2010

O Futuro da humanidade - Augusto Cury

Heaven people (será que é assim que se diz gente do céu em inglês?),

Como eu saio lendo um bilhão de resenhas de livros e filmes pelos blogs da vida, tô tentando fazer umas resenhas aqui. É óbvio que eu não sou muito boa nisso, mas... vamos a tentativa, ok? Afinal, formalidade e Luma simplesmente não combina.



O Futuro da Humanidade - Augusto Cury

Finalmente decidi ler um livro do "queridinho da hora", como eu li uma menina falando num outro blog. Claro que o cara ser psiquiatra e escritor - tipo, o que eu quero ser - ajudou muito na minha escolha.
Eu estava na livraria lendo um bilhão de sinopses pra decidir qual livro que eu ia trocar pelo vale-presente que eu tinha ganhado de aniversário. Pão dura que sou, claro que eu trocaria o vale de 40,00 por dois livros. Mesmo que a minha vontade de comprar "Desculpe se te chamo amor" fosse gritante. Mas "Desculpe se te chamo amor" estava 39,90. Óbvio procurei livros mais baratos, com o objetivo de levar dois.
E foi nessa que eu vi os livrinhos do Augusto Cury. E como eu odeio ficar por fora dos assuntos, fui lá escolher um. Ia até comprar "O vendedor de sonhos", mas aí eu lembrei que Carol tinha, e era melhor eu pedir emprestado a ela e comprar algum que ninguém mais tinha.
E logo acima do título de "O Futuro da Humanidade", estava escrito O primeiro romance de O Vendedor de Sonhos.
Eu, que gosto de começar tudo pelo começo - tipo, ler primeiro o primeiro livro do cara - , peguei esse e decidi por levá-lo. E posso afirmar agora: é muito bom.
A história começa quando Marco Polo, um jovem estudante de medicina que sonha em ser psiquiatra - sentiu a semelhança entre ele e eu?kkk - começa a se perguntar sobre questões mais humanas. Por exemplo, por que em uma sala de aula de anatomia, os alunos não têm o direito de saber de quem eram aqueles corpos que examinam?
Marco Polo é um jovem questionador que critica tudo - é, que nem a Luminha aqui, rs. Em sua busca por um mundo melhor, ele conhece Falcão, um mendigo filósofo.
Eu, como odeio filosofia, não suportei essa parte. Confesso que quando Marco Polo e Falcão ficavam discutindo filosofia, eu largava o livro e pegava um chick-lit de Meg Cabot pra levantar o astral.
Mas depois de umas primeiras 100 páginas que eu achei muito chatas e levei quase um mês pra encarar, o livro ganha 150 páginas extraordinárias.
Eu amei mesmo. Até porque fala muito sobre psiquiatria, psicologia, neurociência... Ai, ai.
Bem, de qualquer forma é um livro muito bom de se ler, sem dúvida.

3 comentários:

  1. Aaah, eles estavam na minha lista para comprar, mas não sei como saíram de lá e acabei comprando outros. Um dele é "A sombra do vento" de Carlos Ruiz Zafon (acho que é isso). Meniiina, é muito bom! Se você gosta de mistério... UI! *-*
    Adoooro.
    Beijos

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  2. Ótimo livro, eu já tive a oportunidade de ler!
    Não é o tipo de livros que eu gosto, mas me chamou a atenção, nos faz repensar no rumo em toma nossas vidas, gostei muito!

    Beijos Luma!

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  3. Fiquei um bom tempo me perguntando se deveria mesmo postar um comentário aqui. Será que meu comentário faria qualquer diferença depois de tanta bobagem. Enfim, não me contive!
    Como pode uma pessoa dizer que odeia filosofia mas amou esse livro?? Onde cabe na mesma critica "odiei essa parte" por ter filosofia, se o personagem em todo momento no livro leva seu interlocutor a pensar atraves da maieutica( utilizada pelo FILOSOFO Socrates em tempos remotos)?

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7 de janeiro de 2010

O Futuro da humanidade - Augusto Cury

Heaven people (será que é assim que se diz gente do céu em inglês?),

Como eu saio lendo um bilhão de resenhas de livros e filmes pelos blogs da vida, tô tentando fazer umas resenhas aqui. É óbvio que eu não sou muito boa nisso, mas... vamos a tentativa, ok? Afinal, formalidade e Luma simplesmente não combina.



O Futuro da Humanidade - Augusto Cury

Finalmente decidi ler um livro do "queridinho da hora", como eu li uma menina falando num outro blog. Claro que o cara ser psiquiatra e escritor - tipo, o que eu quero ser - ajudou muito na minha escolha.
Eu estava na livraria lendo um bilhão de sinopses pra decidir qual livro que eu ia trocar pelo vale-presente que eu tinha ganhado de aniversário. Pão dura que sou, claro que eu trocaria o vale de 40,00 por dois livros. Mesmo que a minha vontade de comprar "Desculpe se te chamo amor" fosse gritante. Mas "Desculpe se te chamo amor" estava 39,90. Óbvio procurei livros mais baratos, com o objetivo de levar dois.
E foi nessa que eu vi os livrinhos do Augusto Cury. E como eu odeio ficar por fora dos assuntos, fui lá escolher um. Ia até comprar "O vendedor de sonhos", mas aí eu lembrei que Carol tinha, e era melhor eu pedir emprestado a ela e comprar algum que ninguém mais tinha.
E logo acima do título de "O Futuro da Humanidade", estava escrito O primeiro romance de O Vendedor de Sonhos.
Eu, que gosto de começar tudo pelo começo - tipo, ler primeiro o primeiro livro do cara - , peguei esse e decidi por levá-lo. E posso afirmar agora: é muito bom.
A história começa quando Marco Polo, um jovem estudante de medicina que sonha em ser psiquiatra - sentiu a semelhança entre ele e eu?kkk - começa a se perguntar sobre questões mais humanas. Por exemplo, por que em uma sala de aula de anatomia, os alunos não têm o direito de saber de quem eram aqueles corpos que examinam?
Marco Polo é um jovem questionador que critica tudo - é, que nem a Luminha aqui, rs. Em sua busca por um mundo melhor, ele conhece Falcão, um mendigo filósofo.
Eu, como odeio filosofia, não suportei essa parte. Confesso que quando Marco Polo e Falcão ficavam discutindo filosofia, eu largava o livro e pegava um chick-lit de Meg Cabot pra levantar o astral.
Mas depois de umas primeiras 100 páginas que eu achei muito chatas e levei quase um mês pra encarar, o livro ganha 150 páginas extraordinárias.
Eu amei mesmo. Até porque fala muito sobre psiquiatria, psicologia, neurociência... Ai, ai.
Bem, de qualquer forma é um livro muito bom de se ler, sem dúvida.

3 comentários:

  1. Aaah, eles estavam na minha lista para comprar, mas não sei como saíram de lá e acabei comprando outros. Um dele é "A sombra do vento" de Carlos Ruiz Zafon (acho que é isso). Meniiina, é muito bom! Se você gosta de mistério... UI! *-*
    Adoooro.
    Beijos

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  2. Ótimo livro, eu já tive a oportunidade de ler!
    Não é o tipo de livros que eu gosto, mas me chamou a atenção, nos faz repensar no rumo em toma nossas vidas, gostei muito!

    Beijos Luma!

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  3. Fiquei um bom tempo me perguntando se deveria mesmo postar um comentário aqui. Será que meu comentário faria qualquer diferença depois de tanta bobagem. Enfim, não me contive!
    Como pode uma pessoa dizer que odeia filosofia mas amou esse livro?? Onde cabe na mesma critica "odiei essa parte" por ter filosofia, se o personagem em todo momento no livro leva seu interlocutor a pensar atraves da maieutica( utilizada pelo FILOSOFO Socrates em tempos remotos)?

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